O orçamento destinado à Saúde não sofrerá cortes nem contingenciamentos no próximo governo. É o que garantiu o deputado Henrique Eduardo Alves, candidato a governador pela coligação União pela Mudança, ao participar do XIII Congresso de Prefeituras e Secretarias Municipais de Saúde.
No evento promovido pelo Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS), Henrique abriu a série de apresentações de propostas para o setor, feitas pelos candidatos a governador.
O deputado aproveitou o evento, realizado em um hotel localizado na zona sul de Natal, para assumir um compromisso: por em votação, até o final do seu mandato como presidente da Câmara dos Deputados, o Saúde +10, proposta de lei que estabelece o investimento em saúde de 10 por cento da receita bruta da União.
Segundo Henrique, está havendo uma ampla articulação para garantir para a Saúde o que já foi feito com a Educação, com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE)
Ao falar a uma plateia formada em sua maioria por secretários municipais de saúde, o candidato da Coligação União pela Mudança considerou gravíssima a situação da saúde pública.
Ele lembrou que a crise da saúde publica é fruto da falta de investimentos.
Enfatizou que os municípios, que são os que menos arrecadam, são os que mais cumprem a obrigação constitucional de investimentos em saúde, aplicando em média 22 por cento de seu orçamento mensal. Enquanto isso, a União, que mais arrecada, investe em torno de 4,7 por cento do seu orçamento.
COMPROMISSOS
Ao falar do plano de governo para o setor da Saúde, Henrique assumiu o compromisso de, na futura administração, apoiar os municípios na execução da assistência básica e farmacêutica, garantir o cofinanciamento, por parte do Estado, do SAMU municipal e das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Assumiu também o compromisso de construir e instalar o Hospital de Trauma de Natal.
O parlamentar e candidato a governador considerou que a Saúde vive uma situação gravíssima no estado, com a falta de recursos e com um deficit nos repasses mensais que soma mais de R$ 20 milhões.
"Essa crise terá de ser enfrentada com muita responsabilidade e maturidade. Isso sem falar nas outras áreas da administração. Teremos de enxugar a máquina e cortes terão de ser feitos, mas assumo o compromisso de que os recursos Saúde não sofrerão contingenciamentos", garantiu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário