Uma das mais antigas casas de saúde do Seridó volta a enfrentar dificuldades. A Prefeitura de Jardim do Seridó voltou a cancelar o repasse mensal de R$ 12 mil que fazia ao Hospital e Maternidade Rui Mariz. Em contato com o Blog, o diretor do hospital, advogado Anesiano Ramos de Oliveira explicou que as cirurgias e consultas diárias continuam sendo realizadas, mas com a decisão do prefeito não tem como oferecer plantões médicos para a população, e principalmente nos finais de semana e feriado. "Só para ter uma idéia, transferimos hoje seis pessoas para o Hospital de Acari. Estamos quase fechando as portas", disse.
A "briga" do Hospital com a Prefeitura começou no início da administração de padre Jocimar Dantas. Em fevereiro de 2009 a juíza Cinthia Cibele concedeu uma liminar obrigando que a Prefeitura repassasse por mês uma quantia de 12 mil reais para ajudar nas despesas do Hospital. O processo tramitou, as partes entraram com ações no Tribunal de Justiça. De um lado, o Hospital queria aumentar o valor do repasse e a Prefeitura, a não obrigatoriedade do repasse.
Em abril de 2009 o Tribunal de Justiça manteve a decisão da juíza. Quando o processo tramitou normalmente, no final de dezembro de 2009, o juiz Flávio Melo, titular na época julgou a ação que o Hospital movia contra a Prefeitura. Segundo sua fundamentação, a forma correta de repassar o recurso seria através de um convênio assinado pelas partes, só que o Hospital recorreu dessa decisão para que o Tribunal de Justiça continuasse apreciando o processo. Diante disso, o juiz suspendeu os efeitos da decisão, deixando que TJ julgasse o processo. Diante disso, o município continuaria com a obrigação de repassar os valores até sair à decisão final.
A surpresa foi que neste mês de abril, o juiz-substituto Marcos Antônio Mendes acatou o pedido da Prefeitura, desobrigando-a de repassar o valor. Fica a critério do prefeito Jocimar Dantas fazer ou não convênio com o Hospital Rui Mariz. De acordo com Anesiano, como o prefeito não sinalizou de quando irá celebrar esse convênio, a direção do Hospital não está tendo como manter os plantões médicos.
Está funcionando normalmente, com a realização de cirurgias, consulta médica, mas aos sábados, domingos e feriados o hospital não tem plantão médico. Diante do problema, a direção estará promovendo o dia 08 de maio uma "Marcha da Saúde em Defesa do Hospital", com todas as pessoas vestidas de branco, que irão pedir ao prefeito, na frente do prédio da Prefeitura, que celebre o convênio com o Hospital.
Fonte:Marcos Dantas
A "briga" do Hospital com a Prefeitura começou no início da administração de padre Jocimar Dantas. Em fevereiro de 2009 a juíza Cinthia Cibele concedeu uma liminar obrigando que a Prefeitura repassasse por mês uma quantia de 12 mil reais para ajudar nas despesas do Hospital. O processo tramitou, as partes entraram com ações no Tribunal de Justiça. De um lado, o Hospital queria aumentar o valor do repasse e a Prefeitura, a não obrigatoriedade do repasse.
Em abril de 2009 o Tribunal de Justiça manteve a decisão da juíza. Quando o processo tramitou normalmente, no final de dezembro de 2009, o juiz Flávio Melo, titular na época julgou a ação que o Hospital movia contra a Prefeitura. Segundo sua fundamentação, a forma correta de repassar o recurso seria através de um convênio assinado pelas partes, só que o Hospital recorreu dessa decisão para que o Tribunal de Justiça continuasse apreciando o processo. Diante disso, o juiz suspendeu os efeitos da decisão, deixando que TJ julgasse o processo. Diante disso, o município continuaria com a obrigação de repassar os valores até sair à decisão final.
A surpresa foi que neste mês de abril, o juiz-substituto Marcos Antônio Mendes acatou o pedido da Prefeitura, desobrigando-a de repassar o valor. Fica a critério do prefeito Jocimar Dantas fazer ou não convênio com o Hospital Rui Mariz. De acordo com Anesiano, como o prefeito não sinalizou de quando irá celebrar esse convênio, a direção do Hospital não está tendo como manter os plantões médicos.
Está funcionando normalmente, com a realização de cirurgias, consulta médica, mas aos sábados, domingos e feriados o hospital não tem plantão médico. Diante do problema, a direção estará promovendo o dia 08 de maio uma "Marcha da Saúde em Defesa do Hospital", com todas as pessoas vestidas de branco, que irão pedir ao prefeito, na frente do prédio da Prefeitura, que celebre o convênio com o Hospital.
Fonte:Marcos Dantas




Além do depoimento emocionado de Iron Júnior, o vereador Anchieta Júnior repudiou a atitude da atual administração, e fez um completo relato dos atendimentos que estavam sendo oferecidas pela casa de saúde, e ainda fez comparações sobre a qualidade do hospital, já que o mesmo foi um dos poucos que não foram fechados pela fiscalização. “Para se ter uma idéia de quanto nosso hospital é importante, hoje todas as cirurgias que antes aconteciam na cidade de Parelhas, são feitas em Jardim do Seridó, e o prefeito Francisco repassa quase trinta mil reais para o hospital de lá, e o de São José do Seridó, também repassa quase trinta mil reais”. Disse Anchieta Júnior.
Outro vereador que também deu exemplo sobre a situação do hospital, foi José Dantas, que em suas palavras marrou que esteve em seis clinicas particulares em Natal cuidando de sua saúde, e que em quatro das seis, os próprios médicos estavam sabendo dessa “Briga” da prefeitura com o Hospital. “É triste chegar à capital e ao ser atendido pelos médicos, ter que ouvir os comentários dos mesmos sobre essa pouca vergonha, das seis clinicas que eu foi me consultar,em quatro delas os médicos me perguntavam sobre a situação do hospital, que segundo eles acompanham o caso pelos blogs”. Afirmou o vereador.

o CCI – “Tereza Bezerra Salustino”.

